
Me perdoe, mãe amada
Mas eu sou assim
Nem eu me quero
Mas acho que tu, minha mãe
Ainda me queres
É por teu amor que mais sofro
Que me debato
Que vivo esse conflito
Será que tu me queres mesmo assim?
As lágrimas agora
Rolam no meu rosto
Eu sinto no peito
A fraqueza por tanto lutar
Lutar contra mim mesma
Eu juro, eu juro
Que não queria
Eu juro, eu juro
Que não posso mais
Que não há mais forças pra lutar...
Comigo!
Ananda Souza
Essa poesia tem uma importância muito grande pra mim, por muito tempo chorei relendo-a, e chorei pela última vez lendo-a pra minha mãe. Hoje a vejo como demonstração de uma tempestade que já passou. Como diz G.Gil: "a paz invadiu o meu coração!"
Mas eu sou assim
Nem eu me quero
Mas acho que tu, minha mãe
Ainda me queres
É por teu amor que mais sofro
Que me debato
Que vivo esse conflito
Será que tu me queres mesmo assim?
As lágrimas agora
Rolam no meu rosto
Eu sinto no peito
A fraqueza por tanto lutar
Lutar contra mim mesma
Eu juro, eu juro
Que não queria
Eu juro, eu juro
Que não posso mais
Que não há mais forças pra lutar...
Comigo!
Ananda Souza
Essa poesia tem uma importância muito grande pra mim, por muito tempo chorei relendo-a, e chorei pela última vez lendo-a pra minha mãe. Hoje a vejo como demonstração de uma tempestade que já passou. Como diz G.Gil: "a paz invadiu o meu coração!"
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