
Fui até aquele senhor
Dono da maior floricultura
Que cheguei a encontrar
Pedi a ele rosas
Que representassem
O tamanho do meu amor
A quantidade, ele perguntou
E eu pedi a ele
Aquela que expusesse
O quanto amor eu dou
Mostrou-me então um vaso
Dentro dele quatro rosas
E sorrindo disse a ele:
É muito pouco meu senhor!
Mostrou então um buquê
Nele duas dúzias
De rosas desabrochadas
Cheirosas, fartas
Ainda é pouco meu senhor!
Mostrou-me todo o acervo
Que pudesse encontrar
Na sua enorme floricultura
Mesmo assim é pouco pr'o meu amor
Levou-me a imensos campos
Com as mais belas rosas
Mostrou-me nos quatro cantos do mundo
E percebi que era o nosso Senhor
Mostrou-me rosas na estufa
Ainda por desabrochar
Mostrou-me todas as rosas
Que Ele veio a criar
E me disse:
Todas elas ei de te entregar
Naquele momento eu senti
Que por mais que eu ande
E por mais que compre
Todas as rosas
De todos os campos
Dos quatro cantos
Não conseguirei expressar
O glorioso dom de te amar
E se mesmo assim entrego-te rosas
Saiba que não ouso jamais,
Através delas, meu amor te demonstrar
Mas sim o faço na insistente tentativa
De um sorriso teu ganhar
Ananda Souza
Dono da maior floricultura
Que cheguei a encontrar
Pedi a ele rosas
Que representassem
O tamanho do meu amor
A quantidade, ele perguntou
E eu pedi a ele
Aquela que expusesse
O quanto amor eu dou
Mostrou-me então um vaso
Dentro dele quatro rosas
E sorrindo disse a ele:
É muito pouco meu senhor!
Mostrou então um buquê
Nele duas dúzias
De rosas desabrochadas
Cheirosas, fartas
Ainda é pouco meu senhor!
Mostrou-me todo o acervo
Que pudesse encontrar
Na sua enorme floricultura
Mesmo assim é pouco pr'o meu amor
Levou-me a imensos campos
Com as mais belas rosas
Mostrou-me nos quatro cantos do mundo
E percebi que era o nosso Senhor
Mostrou-me rosas na estufa
Ainda por desabrochar
Mostrou-me todas as rosas
Que Ele veio a criar
E me disse:
Todas elas ei de te entregar
Naquele momento eu senti
Que por mais que eu ande
E por mais que compre
Todas as rosas
De todos os campos
Dos quatro cantos
Não conseguirei expressar
O glorioso dom de te amar
E se mesmo assim entrego-te rosas
Saiba que não ouso jamais,
Através delas, meu amor te demonstrar
Mas sim o faço na insistente tentativa
De um sorriso teu ganhar
Ananda Souza
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