
Uma coisa mais Cordel...
Não vem falar do meu nordeste
Que eu te esgano, sua peste!
Te jogo o salto, mando bala
Implodo o mundo, enfio a faca
Não tô brincando, seu sacana!
Rodo a baiana, pernambucana, paraibana
Chamo o meu povo
E tome cana!
Não vem com onda
Não enche o saco
Não tô pra papo
Vou te ferrar
Tua língua, vou arrancar
Pra besteira não mais falar
Os teus dentes vou quebrar
E nem adianta me segurar
No meu nordeste ninguém tasca
Senão eu quebro a tua vidraça
Tomo as dores, sou do mato
De um povo unido e educado
Mas não pise no meu calo
Que eu te capo feito um gato
Ananda Souza
Pra começar, não precisa ficar com medo. Sou mansinha... mas nem sempre,hein!rs.
Quis nesta colocar características lingüísticas bem típicas da região nordeste; mas não só isso, mostrar também um pouco do temperamento e os sentimentos de um nordestino que, apesar dos pesares, ama sua terra. Procurei também deixar claro a permanência de um clima bucólico.
Não vem falar do meu nordeste
Que eu te esgano, sua peste!
Te jogo o salto, mando bala
Implodo o mundo, enfio a faca
Não tô brincando, seu sacana!
Rodo a baiana, pernambucana, paraibana
Chamo o meu povo
E tome cana!
Não vem com onda
Não enche o saco
Não tô pra papo
Vou te ferrar
Tua língua, vou arrancar
Pra besteira não mais falar
Os teus dentes vou quebrar
E nem adianta me segurar
No meu nordeste ninguém tasca
Senão eu quebro a tua vidraça
Tomo as dores, sou do mato
De um povo unido e educado
Mas não pise no meu calo
Que eu te capo feito um gato
Ananda Souza
Pra começar, não precisa ficar com medo. Sou mansinha... mas nem sempre,hein!rs.
Quis nesta colocar características lingüísticas bem típicas da região nordeste; mas não só isso, mostrar também um pouco do temperamento e os sentimentos de um nordestino que, apesar dos pesares, ama sua terra. Procurei também deixar claro a permanência de um clima bucólico.
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